Blog Lide Multimídia

Por Rafael Leal

Há muito tempo a televisão deixou de ser um artigo apenas para simples divertimento ou produção de informação passiva no Brasil. Hoje ela é muito mais do que isso, basta que o telespectador faça o uso correto da importante ferramenta que possui em casa. Foi-se aquela ideia de que tudo o que “passa ali” é 100% imposto a quem assiste ou – como diriam por aí – “é o que tem pra hoje”.

Seja em programas de entretenimento ou jornalísticos, as pessoas sempre se identificam com certo personagem. Então se o telespectador se sente representado por alguém da telinha, por que não colocar a opinião na boca de quem está “dentro” da TV? Hoje as emissoras têm se mostrado um pouco mais abertas com relação à produção de matérias sugeridas pela população. Um canal super direto que pode ser utilizado para a comunicação com as redações são as redes sociais, por exemplo.

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Responsáveis por garantir mais interatividade, as ferramentas disponíveis nas redes podem ser utilizadas pelo usuário para sugerir temas, dar opiniões e até mesmo relatar casos do dia a dia para as emissoras de TV. Afinal, elas estão aí para isso, ou seja, para servirem de utilidade pública. E melhor, de forma instantânea.

Por isso use e abuse das diversas ferramentas disponíveis na internet. Se mostre, fotografe, publique, “curta”, compartilhe o que é de seu interesse e escolha o que você quer ver na TV. Afinal, as redes sociais servem não apenas para criar ou destruir relacionamentos. Se pensadas de maneira inteligente, você pode ver a sua opinião contribuir com a transformação social e, além disso, escolher os rumos do seu “personagem favorito” da TV. Basta querer e fazer a diferença

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Por Juliano Lorenz

Por muito tempo o jornalismo digital foi trabalhado como uma réplica do que era publicado na versão impressa de jornais e revistas de todo o mundo. Com o passar dos anos, houve a percepção de que o leitor da publicação impressa poderia não ser o mesmo da versão online e as mudanças começaram a aparecer.

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A principal mudança é de que o jornalismo digital não faz mais o leitor correr atrás da notícia. As matérias são compartilhadas nas mais diversas redes sociais e chegam facilmente aos olhos do consumidor. O leitor não está mais em casa esperando o jornal chegar através da entrega de um motoboy. Ele espera e cobra a notícia em tempo real. Critica e elogia em tempo real. Compartilha e repassa a informação em tempo real e aonde quer que ele esteja através das tecnologias móveis.

O jornalismo precisou se reinventar e irá precisar a cada mudança tecnológica. E tudo isso mal tem uma década. Como será que as notícias serão escritas e chegarão para o público em 2030? Vamos acompanhar.

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fev/12

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Você lê jornal?

Por Silvia Cunha

A imagem de uma pessoa bem informada, conhecedora dos veículos de comunicação, está associada à profissão de jornalista. Porém, nem todos os profissionais fazem jus a essa fama.

Quem exerce o jornalismo tem obrigação de estar antenado com tudo o que acontece no mundo, e isso inclui as inovações tecnológicas e da internet, como as redes sociais.

Leia os jornais tradicionais, mas também dê espaço para aqueles que ainda não conhece. Visite o maior número de sites de notícias, mas saiba diferenciar os não confiáveis. Fique atento as colunas e aos colunistas, procure conhecer os jornalistas dos principais veículos da sua região.

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Um bom jornalista precisa estar familiarizado com o seu meio.  A leitura dos jornais deve ser um hábito e um bom relacionamento com os colegas de profissão é fundamental. Vivemos em uma sociedade de redes, por isso, cada vez mais é indispensável o network.  Domine a sua área e conquiste reconhecimento!

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Por Rodrigo Morosini

A publicação de notícia sobre redes sociais fora do caderno de Informática ou Tecnologia da Informação não é novidade. Mark Zuckenberg foi capa na última semana das revistas semanais e as manchetes eram editoria de economia, por exemplo. No entanto, a matéria do caderno Mercado (Folha de S.Paulo 15/02/2012) coloca a inovação feita a partir de consulta pelas redes sociais no mesmo patamar de relevância de feedback que já obtiveram o Serviço de Atendimento ao Consumidor e a publicidade.

As grandes empresas ampliaram o conceito de Web 2.0 – criado pela empresa americana O´Reilly Media para definir o aumento da interação do receptor com o meio -  e, agora, o internauta define novos produtos através da avaliação que as empresas fazem das suas estratégias na rede, sobretudo através do Facebook, Twitter e – talvez, ainda – Orkut.

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E os “inputs” da inovação geram projetos audaciosos. A Construtora Tecnisa é uma das empresas que se destacam pela estratégia e desenvolve 30 projetos escolhidos a partir de mais de mil sugestões “postadas” nas redes. Foi a partir delas que a empresa lançou dois empreendimentos com o conceito de uso compartilhado de bicicletas e estuda projeto de garagem decorada.

O fenômeno se estende para os fabricantes de alimentos e até mesmo instituições financeiras, como os bancos. E qual é o diferencial da estratégia? Por enquanto, o imediatismo. As redes aceleram os processos de sondagem e, assim, fabricantes e varejo sabem imediatamente o impacto do lançamento de um produto ou do fim da sua fabricação. No entanto, o potencial e forma de lidar com esse tipo de avaliação ainda é uma incógnita que infla mais uma bolha de ações na Nasdaq, a bolsa de valores de novas tecnologias. Porque, segundo um gerente de mídia de uma das empresas que lançaram ou relançaram produtos a partir da influência do internauta, todos ainda “estão aprendendo”.

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Cada vez mais os consultores e especialistas em administração do tempo reforçam essa frase na nossa cabeça: dizer não é uma arte. Uma arte que precisa ser aprendida, testada e reinventada. Dia desses li mais um artigo que dizia que quando as coisas estão difíceis, complicadas, a gente deve parar e não fazer nada. Por alguns minutos, por algumas horas. Pode parecer complicado para muita gente que não consegue ficar parada, que acredita que, respirar fundo por alguns segundos, é perda de tempo.

Os novos caminhos da administração revelam que os melhores profissionais são aqueles que sabem dizer não, que sabem priorizar suas tarefas e que reconhecem seus limites. Mais: são aqueles que não têm problemas de gestão do tempo, pois trabalham em equipe e sabem delegar. E isso é, realmente, um grande diferencial. São duas qualidades primordiais para todos os tipos de trabalho, mas, acredito, que os profissionais de comunicação podem usufruir mais e melhor da sua rotina de trabalho se conseguirem unir essas duas coisas: trabalho em equipe e divisão de atividades.

No modelo perfeito isso já deveria estar forjando dentro de cada um de nós, mas com as novas tecnologias fica quase impossível não estar ligado 18h ou 20h em emails, tarefas, respostas aos clientes, atendendo uma demanda. Já vi pessoas trabalhando direto da esteira da academia, às 7h da manhã. À primeira vista achei aquilo um absurdo, mas pensando bem, está aí um exemplo de pessoa que usa seu tempo para agilizar sua vida. Não que eu vá fazer o mesmo, pois acredito na divisão de horários e atividades cada vez mais, mas aí está um exemplo de quem se mostra ocupadíssimo e que consegue resolver tudo até mesmo durante os 20 minutos de corrida em inclinação na esteira da academia.

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No mundo de marketing pessoal essa pessoa pode se dar muito bem, mas é possível fazer todas as suas atividades recusando alguns projetos que se sabe, pela experiência, que não darão certo e também é possível viver muito bem sem conferir as mensagens no IPhone a cada dois minutos. Todo mundo sobrevive, tudo dá certo, todas as prioridades são cumpridas e há mais qualidade de vida. Podemos ser ótimos profissionais aprendendo a arte de dizer não, para os outros, e para nós mesmos.

*Paula Batista é jornalista na Lide Multimídia

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